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terça-feira, 25 de novembro de 2014
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
"Mostrar-se no sangue" não é o mesmo que "estar no sangue"...
Análises de sangue identificam risco de suicídio
Um estudo realizado pela Universidade John Hopkins, em Baltimore, conclui que é possível identificar através de análises do sangue se uma pessoa tem pensamentos suicidas.
A conclusão partiu de um estudo em que estes descobriram que existe uma zona do cérebro central que responde ao stress e que possui um gene que tem um papel central na forma como o ser humano controla pensamentos negativos e comportamentos impulsivos, associados à depressão e ao suicídio.
Esse gene provoca uma alteração química que reduz a atividade do gene e que pode ser identificada através das análises ao sangue.
Os investigadores realizaram uma experiência a 325 participantes, em que foi registrado que os indivíduos com pensamentos suicidas ou ocorrências de tentativas no passado tinham maiores níveis de alteração química (metilação). Recorrendo, posteriormente, a análises do sangue coletado, conseguiriam identificar com uma precisão de 80 a 90% os indivíduos com esse perfil.
Para que o teste se torne disponível, Zachary Kaminsky revela que terá que se obter ensaios clínicos de maior dimensão, o que pode demorar dois anos para que este tipo de análise fique disponível.
* adaptação à língua brasileira, textual e gramatical.
Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/mundo/257066/analises-ao-sangue-identificam-risco-de-suicidio
Um estudo realizado pela Universidade John Hopkins, em Baltimore, conclui que é possível identificar através de análises do sangue se uma pessoa tem pensamentos suicidas.A conclusão partiu de um estudo em que estes descobriram que existe uma zona do cérebro central que responde ao stress e que possui um gene que tem um papel central na forma como o ser humano controla pensamentos negativos e comportamentos impulsivos, associados à depressão e ao suicídio.
Esse gene provoca uma alteração química que reduz a atividade do gene e que pode ser identificada através das análises ao sangue.
Os investigadores realizaram uma experiência a 325 participantes, em que foi registrado que os indivíduos com pensamentos suicidas ou ocorrências de tentativas no passado tinham maiores níveis de alteração química (metilação). Recorrendo, posteriormente, a análises do sangue coletado, conseguiriam identificar com uma precisão de 80 a 90% os indivíduos com esse perfil.
Para que o teste se torne disponível, Zachary Kaminsky revela que terá que se obter ensaios clínicos de maior dimensão, o que pode demorar dois anos para que este tipo de análise fique disponível.
* adaptação à língua brasileira, textual e gramatical.
Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/mundo/257066/analises-ao-sangue-identificam-risco-de-suicidio
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