Blog destinado à coleta e disseminação de informações sobre prevenção do suicídio e valorização da vida
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sábado, 22 de outubro de 2011
Um excelente motivo para participar do seminário na UERJ
9:30h às 11:00h – Conferência- “Impacto social: os desafios de entender o suicídio”
• Palestrante: Leonardo Boff – Filósofo, Teólogo e Doutor Honoris Causa em Política pela Universidade de Turim (Itália) e em Teologia pela Universidade de Lund (Suécia). Foi Frade Franciscano até 1993 e
professor por 22 anos de Teologia Sistemática e Ecumênica do Instituto Teológico Franciscano de Petrópolis. Professor de Teologia e Espiritualidade em vários centros de estudo e universidades no Brasil e
no exterior, além de professor-visitante nas universidades de Lisboa (Portugal), Salamanca (Espanha), Harvard (EUA), Basel (Suíça) e Heidelberg (Alemanha).Foi professor de Ética, Filosofia da Religião e Ecologia na UERJ.
DATA: 24/10/2011
LOCAL: Auditório 11 do Pavilhão João Lyra Filho – UERJ
Ru. São Francisco Xavier, 524, Blc F - 1º andar – Maracanã. Rio de Janeiro
e-mail: uerjpelavida2011@gmail.com
Tels: (21) 2334-0918 /2334-0863 / 8785-2630
(inscrições gratuitas)
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Seminário na UERJ em outubro
3º. SEMINÁRIO DE PREVENÇÃO DO SUICÍDIO DA UERJ
Aspectos sociais e culturais na compreensão e prevenção do
suicídio
DATA: 24/10/2011
LOCAL: Auditório 11 do Pavilhão João
Lyra Filho – UERJ
Rua São Francisco Xavier, 524, Bloco F - 1º andar – Bairro Maracanã. Rio
de Janeiro
e-mail: uerjpelavida2011@gmail.com
Tels: (21) 2334-0918
/2334-0863 / 8785-2630
PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR
9:00h
- Abertura – Profa. Maria
Christina Paixão Maioli - O Projeto UERJ Pela Vida-
9:30h
às 11:00h – Tema: Impacto social do suicídio
·
Palestrante:
Gláucio Soares – “As vitimas ocultas da
violência”
11:00h
às 11:30h: Intervalo /
Café
11:30h
às 13:00h - Tema: A rede de Urgências psiquiátricas nas
tentativas de suicídio
Moderador:
André Luiz Carvalho Netto (Psiquiatria HUPE)
Palestrantes:
- Paulo Amarante - A rede de urgências psiquiátricas no Rio de Janeiro
- Gisele Odweyer - O atendimento móvel pré-hospitalar (SAMU)
- Carlos Estellita-Lins - Urgência psiquiátrica e suicídio
13:00h
às 14:30h – Intervalo
para Almoço
14:30h
às 16:00h - Tema: Impacto social do suicídio e políticas de
prevenção
Moderador: Mauren De Toni (Policlínica Piquet
Carneiro)
Palestrantes:
- Ricardo Donato (HUPE)- o trabalho de Medicina da Família
- Ana Felisberto (SMS / RJ) – políticas de Saúde Mental e prevenção de suicídio
- Glaucia Tavares- (UNB) impacto do suicídio nas famílias
16:20h
às 18:00h - Tema: Contexto social
e suicídio
Moderador: Alexandra Tsallis (IP/UERJ)
Palestrantes:
- Roberto Lourenço (UnATI) – Idoso e suicídio
- Guilherme Werneck (IMS/UERJ) – determinantes sociais do suicídio
- Ivone Stefania – Uso de drogas e suicídio (NEPAD/UERJ)
18:30h às 19:30h -
Apresentação da Peça Teatral “A História do Homem que ouve Mozart e da Moça
do Lado que escuta o Homem”
- Texto: Francis Ivanovich.
- Direção: Luiz Antônio Rocha.
- Com Adriana Zattar e Roberto Birindelli.
A peça será
encenada no Teatro Noel Rosa do Centro Cultural da UERJ nas datas de 24, 25 e
26 de outubro como parte da Programação do Seminário.
Após cada
apresentação haverá debate com o publico sobre atemática tratada na peça e cuja
Coordenação ficará sob a responsabilidade do Dr. Jorge Rogério Fagim e da Dra.
Verônica Oliveira, ambos integrantes da Equipe do Projeto UERJ Pela vida.
COMISSÃO TÉCNICA E CIENTÍFICA
Coordenação
Geral: Profa. Dra. Maria Christina Paixão Maioli
Prof. Dr. Carlos Eduardo Estelita Lins
Equipe Técnica:
·
Ana Maria Ferrara de Carvalho
Barbosa (Psicóloga)
·
Ariana Ribeiro Gomes (Estagiária de
Psicologia)
·
Deise Rezende Sanches (Enfermeira)
·
Gloria Maria Silva (Psicóloga e
Psicoterapeuta)
·
Jorge Rogério Fagim (Médico e Terapeuta)
·
Leni Augusta dos Santos (M. Sc. Prof. e
Pedagoga)
·
Luiz Fernando Fraga Pedrosa (Médico)
·
Sônia Maria Alves (Enfermeira)
·
Verônica Oliveira (Psicóloga)
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Uma exceção necessária
UNIVERSIDADE E SUICÍDIO. Discutindo Arquitetura e Prevenção. |
Com o titulo “Arquitetura segura – uma reflexão para o futuro”, no dia 12 de agosto, aconteceu um simpósio na nossa Universidade do Estado, coordenado pela Vice-Reitoria. A UERJ é Pela VIDA, constatamos no hall dos elevadores: “Torre Eiffel. 370 pessoas se suicidaram de 1898 até 1971. Foram colocadas grades protetoras.” O suicídio nos chamou a atenção por causa de nossa linha de pesquisa. No segundo quartel da década de 1960 começamos a trabalhar com um agente etiológico de uma doença infecciosa respiratória letal para crianças não vacinadas. A morte de uma criança pela paralisia do diafragma e miocardite deixa qualquer um perplexo. Foi assim que fiquei posteriormente ao ler “Aspectos médico-sociais das tentativas de suicídio de crianças por ingestão de produtos químicos, J. Ped., 43: 152-156, 1977.” O alcoolismo estava presente na vida dos pais. A última atividade do simpósio foi sobre “plantas tóxicas”. Embora, perfumadas e belas são perigosas como as mentes que não possuem sensibilidade. Comentando suicídio, arquitetura e comportamento, o professor Marcelo Tavares, UNB, chamou a atenção de que ‘Notre Dame é uma gaiola. Você não percebe porque a beleza permaneceu, mesmo depois de executada medida preventiva." "Empire States (Nova Iorque). De 1931 a 1947 ocorreram diversos suicídios até a colocação de cerca ao redor do observatório." Por que as crianças se suicidam? Até entendia as razões do adulto, mas compreender tentativas de suicídio de crianças por ingestão de produtos químicos era “over-dose”. Fui à luta e escrevi sobre isso, em dezembro de 1981, no Reformador, 99(1833): 387-392 e estou nela até hoje. Existem homens capazes de resistir a desgraças horríveis enquanto outros se suicidam depois de aborrecimentos ligeiros. Seria importante investigar a causa desta fragilidade/resistência e o que contribui para essa estrutura maior ou menor, em termos de inteligência emocional e espiritual. Interessante anotar que é nas épocas em que a vida é menos dura que as pessoas a abandonam com mais facilidade, o que fez o psiquiatra Miguel Chalub (O Globo, 12-5-1979), lembrar que em situações altamente dramáticas, como nos campos de concentração, o número de suicídios é bem pequeno. O professor Tavares da UNB comentou que para ganhar a liberdade o indivíduo atravessa a barreira de arame farpado, mas, para morrer, ele exige alguma gratificação, não quer sentir dor. Reichstag (Berlim). Novas barreiras de segurança e aumento do efetivo policial para evitar os freqüentes suicídios que ocorrem da sua cúpula. Na UERJ, Neury José Botega, professor da faculdade de medicina na UNICAMP lecionou Epidemiologia e Prevenção e nos fez pensar com números. Disse que “pela primeira vez no Brasil se discute 'Arquitetura Segura'”. Dizendo ainda que houve aumento de suicídios (17%) no Brasil, nos últimos 10 anos, informou que registramos 25 suicídios por dia, mas esse número deve ser 20% maior. Num acidente que ocorre com ônibus a morte de 25 passageiros sairia na primeira página de jornal, mas 25 suicídios não são noticiados. Indicou o Mapa da Violência 2011 e nos pediu para não deixar de pensar no suicídio da população indígena, que está ligado aoalcoolismo. Botega ensinou como se faz prevenção universal (população geral); seletiva (de risco mais elevado) e indicada (alto risco). Na população geral a conscientização e a redução de acesso aos meios letais são importantes. Há risco mais elevado na presença de doenças mentais (alcoolismo, transtorno bipolar) que devem ser tratadas. Não esquecer adolescentes grávidas e epilepsia. Uma tentativa é o principal fator de risco. Há alto risco e devemos seguir os que já tentaram, incentivando a continuar o tratamento. O telefonema ajuda muito. Alguns manuais são fundamentais. Discutir o suicídio e oferecer informações adequadas são procedimentos importantes para a prevenção. A OMS deve ser visitada. Vejam, entre outros, o manual em português para professores e educadores. Como oferecer orientações sobre como abordar o suicídio na imprensa, preservando o direito à informação e colaborando para a prevenção? A resposta existe e merece ser examinada, portanto vamos nos utilizar da ABP Editora, que fez um manual dirigido ao profissional de imprensa. Veja um manual para profissionais de Saúde em ATENÇÃO PRIMÁRIA para prevenção do suicídio. http://www.cvvnovohamburgo.org.br/apoio-emocional.html?gclid=CL7KrdKj0qoCFUh_5godbxJ5MA Divida com a gente. Então, se você tem sentido vontade de conversar com alguém, ligue para o CVV. Nós temos todo o tempo do mundo para saber como vai você. O CVV é um serviço de apoio emocional gratuito e sigiloso, disponível 24h por dia, 365 dias por ano, a todas as pessoas que estejam querendo conversar. Lista de contatos e endereços dos Postos CVV em todo o Brasil. Em outubro de 2011, pretendemos estar no III Seminário de Prevenção do Suicídio da UERJ. Estudaremos os“Aspectos sociais e culturais na compreensão e prevenção do suicídio. Nestes dias teremos peça teatral como atividade complementar: “A história do homem que ouve Mozart e da moça do lado que escuta o homem.” Na UERJ funciona um Núcleo Espírita Universitário (NEU) http://neu-uerj.zip.net/ norteado pelas pesquisas e obras de Allan Kardec Com metodologia científica o pesquisador francês conseguiu demonstrar que a morte do corpo não mata a vida, fazendo do suicídio um ato estúpido Aquele médium com “talento extraordinário” chamou-me a atenção e fui observar de perto Em Uberaba, impressionou-me o sofrimento e a expectativa daquelas mães esperando a comunicação, como Nair Belo. Chico Xavier tinha um limite e psicografava “poucos”, durante cada reunião. Qual o critério utilizado pela espiritualidade para a escolha das mães privilegiadas? Um amigo disse-me já ter feito a pergunta. Fora informado de que o critério era a profundidade da dor na alma, aquela que poderia levar ao suicídio. Com Chico Xavier aquelas mães acabavam concordando que a morte é apenas uma mudança de estilo de vida. Investigações sistemáticas passaram a demonstrar que pessoas religiosas não eram sempre neuróticas ou instáveis e que indivíduos com fé religiosa profunda, na realidade pareciam lidar melhor com estresses da vida, recuperar-se mais rapidamente de depressão e apresentar menos ansiedade e outras emoções negativas que as pessoas menos religiosas O suicídio, ato isolado, não pode ser politicamente blindado e de algum modo repercute no trabalhador. Uma funcionária que escutou o barulho, ao olhar pela janela foi parar no hospital com crise hipertensiva, nos informou o médico João Luiz Clara André do DESSAUDE, que tem, como vocação, a prevenção/promoção da saúde dos trabalhadores da UERJ. O professor Marcelo Tavares comentou que nossa cultura não foi preparada para lidar com o sofrimento psíquico grave e "relatou o caso específico de um grande shopping de uma capital, onde o suicídio era freqüente. Descreveu o problema, a intervenção arquitetônica realizada e seus efeitos." O NEU tem procurado, mesmo que de forma imperfeita, colaborar nessa discussão. "UERJ (Rio de Janeiro). De 1989 até 2011 (agosto) foram 11 suicídios. Estamos trabalhando para mudar esse quadro." (*) Texto enviado, como retroalimentação, à Vice Reitoria da UERJ, pelo Prof. Dr. Luiz Carlos D. Formiga, Aposentado, Faculdade de Ciências Médicas, participante. |
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
CVV faz curso na Uerj para capacitar voluntários
O Centro de Valorização da Vida (CVV), em convênio com a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), promove o curso para a capacitação de novos voluntários do programa, que trabalharão no Posto Maracanã, na Uerj. Esse será o primeiro centro de atendimento do CVV dentro de uma universidade. Para participar é preciso ter mais de 18 anos e estar disposto a ser treinado.
O CVV existe há 48 anos e presta serviço voluntário de apoio emocional gratuito. Atua na valorização da vida e, portanto, na prevenção do suicídio. O atendimento é feito por telefone, pessoalmente, por correspondência, chat ou e-mail. A pessoa que procura o CVV tem o sigilo assegurado.
As inscrições serão feitas no mesmo dia, meia hora antes do curso. Os interessados poderão optar por fazer o curso de 19 a 23 de julho, das 19h às 21h na Faculdade de Enfermagem (Boulevard 28 de Setembro, 157 - 7º andar -Bloco A - Vila Isabel) ou nos dias 24 e 25, das 8h às 13h, na Rua São Francisco Xavier, 524, 3º andar, auditório 31, Maracanã.
Fonte: http://www.jornalsg.com.br/site/servi%C3%A7os/2011/5/19/14794/cvv+faz+curso+na+uerj+para+capacitar+volunt%C3%A1rios
O CVV existe há 48 anos e presta serviço voluntário de apoio emocional gratuito. Atua na valorização da vida e, portanto, na prevenção do suicídio. O atendimento é feito por telefone, pessoalmente, por correspondência, chat ou e-mail. A pessoa que procura o CVV tem o sigilo assegurado.
As inscrições serão feitas no mesmo dia, meia hora antes do curso. Os interessados poderão optar por fazer o curso de 19 a 23 de julho, das 19h às 21h na Faculdade de Enfermagem (Boulevard 28 de Setembro, 157 - 7º andar -Bloco A - Vila Isabel) ou nos dias 24 e 25, das 8h às 13h, na Rua São Francisco Xavier, 524, 3º andar, auditório 31, Maracanã.
Fonte: http://www.jornalsg.com.br/site/servi%C3%A7os/2011/5/19/14794/cvv+faz+curso+na+uerj+para+capacitar+volunt%C3%A1rios
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