
Militando em favor da saúde mental e de seus usuários o codinome desta guerreira faz todo sentido: "Louca pela vida".
O foco de suas lutas é em favor de uma psiquiatria sem hospício. Detalhadamente
POR UMA CLÍNICA DA REFORMA PSIQUIÁTRICA: COM SUBJETIVIDADE, MEDICAÇÃO COM MENOS EFEITOS COLATERAIS E MAIOR PODER DE RESOLUTIVIDADE ASSOCIADA A PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES.
Em um dos posts ela denuncia a necessidade de se dar mais atenção à prevenção e assistência à ideação suicida na sáude básica para que vidas não sejam ceifadas sem que nada se faça!
Eis o texto no íntegra:
Não exatamente com esse nome, mas a psicóloga Idalina, especialista em Tanatologia, em Oeiras tem feito um trabalho na saúde básica em relação a prevenção do suicídio. Ontem em mais uma reunião de organização da conferência de saúde mental intersetorial, eu tentava sem sucesso sensibilizar a comissão organizadora para a temática, em todo o estado do Piaui temos dados "severos e persistentes" sobre a prática do suicídio.
Hoje, uma das primeiras noticias do dia foi sobre a morte por enforcamento de um jovenzinho da comunidade, apenas 18 anos. O sepultamento aconteceu às cinco da tarde, na hora que caia uma chuvinha fina. Cadê os serviços de apoio a perda, ao luto nesses casos para a família? Vamos apenas medicar a tristeza?
Fica o alerta, a tristeza, mas também a certeza de que tem gente lutando, resistindo e insistindo em salvar vidas.
Valeu, Madileuza!!