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quarta-feira, 15 de junho de 2022

Escolas de Pinhão iniciam debates para conscientização sobre o suicídio

9 junho 2022

Muitas crianças e adolescentes ficaram expostas ao trabalho infantil durante a pandemia. Além disso, por conta dos problemas advindos do período complicado e do isolamento social, aumentou o número de casos de alunos com ansiedade e depressão.

Levando isso em consideração, durante este ano em Pinhão, as atenções se voltam em prol da saúde mental. Com o intuito de promover a disseminação e discussão do tema, o projeto ligado ao “Valorização da Vida: Educar para Conscientizar”, ligado ao “Setembro Amarelo”, já está sendo colocado em prática no município.

O objetivo é a ampliação do debate sobre o tema, despertando o interesse pelo assunto nas escolas, nos alunos, nos gestores, funcionários e professores. Conforme especialistas do projeto, toda a equipe escolar pode e deve auxiliar de alguma forma nessa batalha interna, que eles mesmos podem estar passando, sem que ninguém perceba.

Outro ponto defendido pela iniciativa, é que ações de combate a depressão e prevenção do suicídio, quando implementadas na escola mostram um entendimento mais amplo de como perceber os sentimentos dos alunos. É mais do que necessário adotar métodos para que seja possível realizar abordagens com toda a comunidade escolar, e que essas ações não sejam percebidas como julgamento.
Pensando dessa forma, a rede pública de Pinhão, busca orientar os alunos e profissionais da educação dentro do ambiente escolar. A intenção é que o tema seja tratado não como um tabu, mas que tenha a visibilidade que merece. Para isso, o CRAS Volante, uma iniciativa caracterizada pelo deslocamento de profissionais até lugares distantes, a fim de levar um serviço e conhecimento, busca prevenir a ocorrência de situações de vulnerabilidade e riscos sociais nos territórios, atuando como mediador da execução deste projeto.

Discussão pela conscientização

Inicialmente, o projeto será trabalho nas escolas do interior, com alunos do 6º e 3º ano do ensino médio. Coordenadas pelos profissionais de psicologia, Ricardo Correa de Almeida e Sandra Freitas, a iniciativa vai contar com diversas atividades. A principal são palestras, um dos meios de atuação direta da campanha Setembro Amarelo, que quer enfrentar o problema de frente. E nesse caso, é imprescindível falar sobre o assunto abertamente, por meio de rodas de conversa, que incentivam o diálogo, contribuindo para que os alunos deem sua opinião sobre o tema, compartilhem ideias e tirem dúvidas.

Outro fator construtivo da promoção dessa discussão é o desenvolvimento das habilidades socioemocionais, como: autoconhecimento, empatia e resiliência, características que permitam que as crianças e adolescentes saibam lidar melhor com suas emoções e com quem os cerca.

Os conteúdos abordados incentivam a reflexão sobre as vulnerabilidades. Isso gera um foco maior quanto a valorização da vida, criando um ambiente escolar melhor, mais unido, acolhedor e que saiba respeitar as diversidades.

Através do CRAS e do CRAS Volante, a secretaria de Assistência Social vem realizando, desde o mês de abril, ações nas escolas e colégios do interior do município. As atividades contam com palestras da Campanha de Valorização a Vida e de Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI).

Fonte: www.jcorreiodopovo.com.br/ultimas-noticias/escolas-de-pinhao-
iniciam-debates-para-conscientizacao-sobre-o-suicidio/

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domingo, 9 de janeiro de 2022

A Finlândia também é aqui, bem ali em Maringá...

A aplicação eficaz dos recursos da saúde é uma questão de... gestão! No mais das vezes não é de ausência ou falta de recursos, mas de sólidas políticas públicas e de quem as aplique.

Os bons exemplos de gestão no Brasil são sempre objeto de admiração, mas raramente de estudo para a devida replicação.

Janeiro Branco: Prefeitura de Maringá tem rede ampla de apoio à saúde mental da população

7 de janeiro de 2022

O ano de 2022 iniciou com a Campanha Janeiro Branco destinada à divulgação, prevenção, tratamento e promoção do bem-estar mental e emocional. Diferentemente do Setembro Amarelo, que se pauta principalmente na prevenção do suicídio, essa campanha abrange a saúde mental em qualquer circunstância.

Apesar de as campanhas serem de suma importância para debater o tema, ações preventivas de conscientização e tratamento em relação à saúde mental da população são realizadas durante todo o ano pela Prefeitura de Maringá.

A Secretaria de Saúde oferece uma rede de atendimento especializado para o tratamento da saúde mental para a população. São quatro Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) destinados para atender de forma integral e contínua pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, ou provocados pelo uso abusivo de álcool e outras drogas.

Um dos centros é voltado para atendimento de crianças/adolescentes e outro possui atendimento 24 horas com entrada na unidade entre 7h e 19h. As unidades têm equipe multiprofissional composta por assistentes sociais, enfermeiros, auxiliar de enfermagem, médico psiquiátrico, terapeuta ocupacional e psicólogos.

A rede de atenção à saúde mental também é estendida para as 34 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) com atendimento psicológico. Em 2021, as UBSs atenderam 23.907 pessoas com o atendimento psicológico, e nos CAPS, mais de 60 mil ao todo.

A coordenadora da Saúde Mental, Maria Heloísa Cella, enfatiza os cuidados com a saúde das pessoas em sofrimento. “Precisamos falar sobre saúde mental, as pessoas precisam saber que, se estiverem em sofrimento, podem buscar ajuda”, destaca.
Veja os horários de atendimento, local e os serviços prestados em cada unidade:

CAPS I - Centro de Atenção Psicossocial Infantil: Serviço para atendimentos a crianças e adolescentes com transtornos mentais graves e persistentes, inclusive pelo uso de substâncias psicoativas, cujo comprometimento cause prejuízos acentuados em vários aspectos da rotina diária.
Horário de funcionamento: 7h30 às 18h
Endereço: Rua Pioneiro João José Queiroz, 650

CAPS AD II - Centro de Atenção Psicossocial para Álcool e ou Drogas: é um local que oferece tratamento para a população maringaense adulta, que apresenta intenso sofrimento psíquico decorrente do uso de álcool e outras drogas.
Horário de funcionamento: 7h às 19h
Endereço: Rua Pioneiro João José Queiroz, 650

CAPS II Canção - Centro de Atenção Psicossocial para atendimento a pessoas com transtornos mentais graves e persistentes.
Horário de funcionamento: 7h as 18h.
Endereço: Rua Alfredo Pujol, 733

CAPS III: Atendimento para pessoas com transtornos mentais graves. Possui 12 leitos de acolhimento de curta permanência. O acolhimento em leito acontece diariamente das 7h às 19 horas. O cuidado recebido no acolhimento em leito funciona 24 horas.
Endereço: Rua Pioneiro João José Queiroz, 650

Hospital Municipal - Emergência Psiquiátrica 24 horas
Rua. Ver. Gerson Soares Costa Kuriango esq. Av. Nildo Ribeiro da Rocha, s/n - Jd. Ipanema

Fonte: www2.maringa.pr.gov.br/site/noticias/2022/01/07/janeiro-branco-prefeitura-de-maringa-tem-rede-ampla-de-apoio-a-saude-mental-da-populacao/39080
 

sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Preconceito com tratamentos de saúde mental ainda é entrave para combate ao suicídio

“O preconceito em torno do tema suicídio é um dos principais fatores que corroboram para o crescimento dos números, especialmente de homens, que têm mais dificuldade em pedir ajuda que as mulheres. O primeiro passo é deixar de lado essa falácia de que uma terapia é “frescura” ou “mi mi mi”. Desmistificar a área da saúde mental. As pessoas precisam cada vez mais de ajuda profissional. E elas podem e merecem esse tratamento. E no caso da tentativa propriamente dita, a forma de acolhimento por parte dos profissionais tem se mostrado eficaz até em evitar uma provável reincidência”, afirmou Diógenes Martins Munhoz, major do Corpo de Bombeiros de São Paulo e diretor da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção ao Suicídio e idealizador do curso e da técnica de abordagem técnica “A tentativa de suicídio”, que tem várias publicações sobre o tema da suicidologia, durante o lançamento do Fórum Paranaense de Prevenção e Pósvenção promovido pela Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Paraná.

Ele explicou o tema pelo prisma da urgência e emergência, que é o atendimento a pessoas que tentaram o suicídio. Após dez anos de estudos, em 2015 lançou o curso, que considera uma nova ferramenta para auxiliar na humanização desse atendimento, que envolve uma gama de profissionais: bombeiros, trabalhadores do SAMU, da urgência e emergência, policiais militares, socorristas, enfermeiros, médicos, que acabam atendendo a um número muito grande de pessoas que tentam suicídio no Brasil. “Antes de desenvolvermos essa técnica, buscávamos como tática distrair essa pessoa no momento da abordagem. E não importava quem era esse tentante. Só pensávamos em fazer com que desistisse. Mas e depois?“, contou.

Foi com o pensamento de dar condições para que esse tentante (como são chamadas as pessoas que tentam suicídio) desistisse definitivamente da ideia, que surgiu essa forma de abordagem humanizada, como o acolhimento. Hoje, Corpos de Bombeiros de 19 estados utilizam. Com isso, Diógenes afirmou que em São Paulo, por exemplo, houve queda de 23% nas ocorrências que resultavam em mortes dos tentantes. “Nós mostramos a essa pessoa como ela é fundamental para sua família, para a sociedade, lançando mão de técnicas de psicologia, psiquiatria, e áreas afins”.

A pandemia e o suicídio

Também palestrou a psicóloga e especialista no tema, Karen Scavacini que, entre outros títulos, e funções, faz parte da diretoria da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio, é doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela USP e mestre em saúde pública e mental em prevenção ao suicídio, pelo Institute Karolinska, da Suécia. O tema trazido aos participantes do encontro foi “Suicídio e Pandemia”.  “Lembro que o suicido tem relações com muitos fatores: relações sociais, culturais, econômicas, psicológicas e situacionais e a pandemia se tornou um destes fatores, como dentro do comportamento suicida”, indicou.

A especialista faz parte de uma organização internacional que abrange 41 países que estuda os números da Covid-19 e a relação da pandemia com os casos de suicídio. O objetivo é utilizar estratégias de prevenção antes e depois que a situação melhorar ou se resolver.  

Alguns fatores como o isolamento social, estresse dos profissionais de saúde e o distanciamento físico podem ter contribuído para o crescimento dos casos. “O impacto tem sido muito grande, inclusive com a desativação de serviços psiquiátricos, o que comprometeu o tratamento de pessoas propensas ao suicídio”, ressaltou.

Pesquisas apontam que alunos que se afastaram das escolas, o impacto da economia, desemprego e o luto também podem influenciar o comportamento suicida, que está ligado a uma situação de desamparo e desesperança.

Em relação aos números, Karen diz que ainda é cedo para que se tenha resultados práticos. Porém, segundo um estudo feito em diversos países, demonstrou que as tentativas não costumam ocorrer durante a crise, mas depois dela. Mas adiantou: em alguns destes países houve até redução ao longo desses quase dois anos. Caso da Austrália e Inglaterra, por exemplo. “Uma das conclusões do estudo é que isso vem ocorrendo em países com poder aquisitivo mais alto e com o fato dos tentantes estarem em casa com suporte familiar. Por outro lado, a mesma análise apontou que os números aumentaram entre mulheres, em alguns casos, pelo fato de que elas acabaram sobrecarregaras ao longo da pandemia”, avaliou.

Uma cartilha confeccionada a pedido da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sobre prevenção ao suicídio pode ser acessada no site portal.fiocruz.br.

Questionamentos 

O público que assistiu o evento fez questionamentos e considerações aos palestrantes na parte final da audiência.  Entre os temas, os principais foram análises das ações governamentais frente à saúde mental, consideradas insuficientes; aumento de suicídios entre adolescentes devido ao Bullying; a ausência de diálogo e até a solidão; o papel da mídia no enfrentamento (equivocado, em muitos casos); a falta de preparo, até mesmo de profissionais que atuam na área; a discussão do tema durante todo o ano, não somente em datas específicas; o combate, a prevenção e o acompanhamento ostensivos, inclusive após uma tentativa de suicídio; e formas de abordagem próprias com equipes preparadas, como foi relatado que ocorre na Polícia Militar do Paraná.  Sugestões feitas serão utilizadas para transformarem em ações do Fórum.

O fórum 

O Fórum Paranaense de Prevenção e Pósvenção do Suicídio tem o objetivo de manter o debate permanente sobre o suicídio, propondo projetos para a geração de políticas públicas e provocar a discussão em toda a comunidade sobre ações que contribuam para a prevenção. “O Fórum vai funcionar como um canal de comunicação entre a população e o poder público, com participação dos segmentos do Poder Público estadual e municipal, sindicatos, movimentos sociais, redes da sociedade civil, familiares e cidadãos interessados na temática, estudantes e juventude, faculdades e universidades, entre outros. O objetivo é garantir a participação dos Conselhos Municipal e Estadual da Saúde, além de outros conselhos. Também será fundamental a participação de gestores, comunidade, além dos profissionais de outras áreas que não sejam da saúde: Assistência social, cultura, meio ambiente, já que as políticas públicas deverão ser feitas em interação com as outras políticas do estado e de municípios”, explicou Thais Diniz, assessora da Comissão de Direitos Humanos.

Como objetivos iniciais, o Fórum pretende mapear os órgãos representativos que atuam no tema, eleger uma equipe de trabalho e montar um plano de ação para o Fórum Estadual de Prevenção e Combate ao Suicídio. “Temos a intenção de promover eventos que vão acontecer durante todo o ano e em setembro, em razão do Setembro Amarelo, debater e reforçar a discussão em torno do tema e os seus efeitos para a população”, reforçou Thais.

Essa formação vem sendo debatida desde a audiência pública proposta pela ONG Decida Viver, de Maringá, em 2020. “Lembro que estamos no ano do centenário de nascimento de Paulo Freire, que dizia: no Brasil, manter a esperança viva é um ato revolucionário. E é o que nós estamos fazendo nesse momento. Lidar com um ato de suicídio marca a vida de qualquer pessoa”, observou o deputado Tadeu Veneri (PT), que preside a Comissão e conduziu a audiência. Ele também citou trechos de uma poesia do inglês John Donne: “Morremos um pouco a cada morte que presenciamos”. Isso serve um pouco para nós, porque cada vez que alguém que conhecemos nos deixa, nós também nos deixamos nele. E aqui temos vários especialistas que falam sobre isso”, completou.

 “Criar um Fórum como este é ressignificar a vida e representa um compartilhamento tanto das dores como do conhecimento. É um passo importantíssimo de valorização da vida e um descanso na loucura da vida, que só tem sentido se for vivida coletivamente", finalizou Veneri.

Composição do Fórum – Tomaram posse como integrantes do Fórum, a psicóloga, especialista em Psicologia da Saúde, mestre em Psicologia Clínica, doutoranda, idealizadora e fundadora do Comitê de Prevenção e Pósvenção ao Suicídio da Secretaria Municipal de Saúde de Maringá, membro da diretoria da Associação Brasileira de Estudos sobre Prevenção do Suicídio, pós-graduanda em Traumas, Cuidados Paliativos e Processos Autodestrutivos, Raquel Antoniassi, como coordenadora; como secretária-geral,  Regina Aparecida de Paula, graduada em Geografia e Direito, pós-graduanda em Direito Eleitoral, professora da rede municipal de Maringá, assessora parlamentar e idealizadora da ONG Decida Viver e como vice coordenadora,  a psicóloga Tatiane Lori Alvim, coordenadora da ONG Decida Viver,  pós-graduanda em Traumas, formada em Tanatologia, mediadora da Comunicação Não-violenta, responsável técnica do Projeto Lutar e idealizadora do Projeto Sentido de Vida.

www.jornaldafronteira.com.br/preconceito-com-tratamentos-de-saude-mental-ainda-e-entrave-para-combate-ao-suicidio/

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Saúde mental e suicídio serão abordados em projeto no Setembro Amarelo

Da redação (21 julho 2021)

 As psicólogas Simone e Débora são as idealizadoras do projeto. 
O Setembro Amarelo é o mês exclusivo para trabalhar a Saúde Mental e com o objetivo de debater o tema suicídio, as psicólogas Simone Fidelis e Débora Garcia de Oliveira vão desenvolver o projeto ‘Setembro Amarelo: prevenção e promoção da Saúde Mental, salvam vidas’. A ação acontece de 1º a 21 de setembro deste ano.

Segundo as psicólogas, o projeto será on-line e gratuito. As palestras ou as conversas acontecerão no Instagram das psicólogas @psi.deboragarcia e @simone.psicologacomportamental, assim como as postagens dos vídeos.

Elas explicam que esse assunto já foi considerado um tabu maior. No entanto, mesmo no século 21 ainda existe a dificuldade na identificação de sinais, oferta e busca por ajuda, justamente pelos preconceitos e falta de informação.

“Desta maneira, nós decidimos dedicar 21 dias para debater sobre suicídio e saúde mental, de forma acessível e sensível, buscando abrir um canal de comunicação com a sociedade”, declaram as psicólogas Simone e Débora.

As profissionais salientam que abordar o tema não incentiva ao suicídio, e sim, auxilia em sua prevenção. “Existe a necessidade de criar habilidades em como falar ou abordar esse tipo de tema. A temática precisa ser mais discutida. No entanto, existe uma forma de abordá-la”.

PROGRAMAÇÃO – Ao todo serão 21 profissionais da área da Saúde Mental de Toledo e da região que participarão do projeto, respondendo em vídeos diversas questões. Entre as perguntas estão se é verdade que quem ameaça se matar não o faz; se a psicoterapia realmente ajuda; se falar sobre suicídio incentiva as pessoas a cometerem o ato ou se ele afeta apenas a pessoa que morre.

Outros assuntos como os fatores que possam contribuir para que uma pessoa apresente pensamentos ou comportamentos suicidas ou se os amigos e a família podem evitar o suicídio serão abordados nos vídeos durante a realização do projeto. Também estará em pauta como cada pessoa consegue promover a sua saúde mental.

De acordo com as psicólogas, durante o período do projeto três lives serão realizadas. Uma para iniciar o trabalho; outra focada para abordar sobre o suicídio e uma terceira para encerrar o projeto.

“Nos 21 dias, nós faremos posts sobre a temática e cada dia pretendemos responder uma pergunta. Os questionamentos serão pré-estabelecidos e cada profissional convidado gravará o vídeo com as respostas. Além disso, textos complementares serão produzidos e postados nas redes sociais”, comentam as psicólogas Simone e Débora ao complementarem que a finalidade é sanar a dúvida de cada participante sobre esse assunto. “O trabalho de cada psicólogo ou psiquiatra será voluntário e a nossa proposta é atingir o maior número de pessoas possíveis”, finalizam as profissionais.

O movimento Setembro Amarelo, mês mundial de prevenção do suicídio, iniciado em 2015, visa sensibilizar e conscientizar a população sobre a questão.

www.jornaldooeste.com.br/saude/saude-mental-e-suicidio-serao-abordados-em-projeto-no-setembro-amarelo/


 


 

terça-feira, 12 de maio de 2009

Jornada de Prevenção do Suicídio na província de Entre Ríos, Argentina

Em Paraná, capital da província Entre Ríos, na Argentina, ocorrerá a capacitação gratuita em prevenção do suicídio, no formato de oficina, em cinco encontros, que já se iniciaram (4 maio). 

Entre Ríos tem um índice elevado de casos de suicídio e suas autoridades tem se movimentado para fazer face a estas ocorrências.

Mais informações: 

Estos encuentros están organizados por el Programa Provincial de Prevención del Suicidio de la Dirección de Salud Mental de la Secretaría de Salud y el Servicio de Guardia del Hospital Roballos. La capacitación es gratuita y se entregarán certificados al finalizar los cinco encuentros.

Los objetivos de estas jornadas, que se desarrollarán bajo la modalidad de taller, son construir un espacio donde pueda trabajarse interdisciplinariamente, crear un espacio de contención a los trabajadores que se enfrentan con esta problemática y mejorar la evaluación, el diagnóstico y atención del riesgo suicida en los pacientes como estrategia de prevención.

El temario propuesto es el siguiente:
- Estadísticas de suicidio -provincia de Entre Ríos
- Recomendaciones generales de la OMS para la prevención
- Factores de riesgo y protectores como criterio de evaluación de riesgo suicida.
- Diferencias entre los distintos grupos etarios.
- Teorías del suicidio.
- Actualización terapéuticas.
- Redes comunitarias para la prevención del suicidio.
- Intervenciones en casos paradigmáticos.

Alicia Alzugaray, diretora do hospital promotor do evento, em entrevista, chamou a atenção para a necessidade de se ouvir as pessoas, os pacientes: "Uma pessoa que fala da possibilidade de auto-eliminar-se ou que a vida não importa, que não há saída, certamente necessitará de atendimento para que evitemos um problema maior".

Fontes: 
http://www.apfdigital.com.ar/despachos.asp?cod_des=124501
http://www.apfdigital.com.ar/despachos.asp?cod_des=124695