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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Exemplo que vem de Portugal...

Na notícia abaixo há três itens a se avaliar e tomar como parâmetro.

Primeiramente, a existência de um plano nacional de prevenção do suicídio, o que ainda não temos, no Brasil.

Depois, o protagonismo da escola de enfermagem e seus profissionais.

Por fim, o projeto +Contigo, focado no atendimento a alunos.

Esperamos que o Setembro Amarelo tenha deixado bons frutos, muito estímulo e mais consciência do que devemos realizar em favor da prevenção do suicídio.

Prevenção de suicídio em meio escolar debatida na Escola de Enfermagem

A expansão, a nível nacional, do projeto de prevenção de comportamentos suicidários em meio escolar ‘+Contigo’, as expectativas para o futuro, os novos parceiros e os resultados alcançados no ano letivo de 2014-2015 vão ser debatidos num encontro na quarta-feira, na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC).

Mais de sete mil jovens foram abrangidos, desde 2009, pelo ‘+ Contigo’, ano em que o programa começou a ser dinamizado pela ESEnfC e pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro, refere uma nota deste estabelecimento de ensino.

A partir da região Centro do país, o projeto ‘+ Contigo’ estendeu-se, então, à Lourinhã e à ilha do Pico, nos Açores, prevendo-se que durante o ano letivo de 2015/16) se “expanda às áreas de intervenção das administrações regionais de Saúde do Norte, do Alentejo e do Algarve”, adianta a mesma nota da ESEnfC.

O “+ Contigo” tem o apoio da Direção-Geral da Saúde, que o inseriu no conjunto de medidas do Plano Nacional de Prevenção do Suicídio.

Além daquela Direcção-Geral, são parceiros do ‘+ Contigo’ a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares do Centro, os centros hospitalares e Universitário de Coimbra, do Baixo Vouga, de Lisboa Norte, de Leiria-Pombal e de Tondela-Viseu e o Núcleo de Estudos do Suicídio do Hospital de Santa Maria (Lisboa) e o município da Lourinhã.

Fonte: http://www.asbeiras.pt/2015/09/prevencao-de-suicidio-em-meio-escolar-debatida-na-escola-de-enfermagem/

domingo, 2 de agosto de 2015

Plano Nacional de Prevenção ao Suicídio em Luxemburgo

O governo luxemburguês apresentou esta quarta-feira um plano nacional para prevenir o suicídio. Entre 2000 e 2013, o Luxemburgo registou 1.017 casos de suicídio. Só em 2014, o Grão-Ducado contabilizou 85 suicídios, uma média de sete mortes por mês.
Este números colocam o Luxemburgo ligeiramente abaixo da média europeia, com uma taxa de suicídio de 8,7 pessoas por 100 mil habitantes, contra 12 por 100.000 na UE, mas preocupam o Governo.
"O Governo trabalha neste assunto desde 2006, mas o país continua a não dispor de um plano [de ação]", recordou  a ministra da Saúde, Lydia Mutsch.
Para a ministra, é preciso "quebrar o tabu e falar deste assunto nas escolas, porque os jovens também são afetados [pelo suicídio]".
Segundo dados do Governo, o suicídio é a primeira causa de morte dos jovens entre os 25 e os 29 anos. Na população em geral, uma em cada 50 mortes deve-se ao suicídio. 
Tal como noutros países, a maioria dos suicidas são homens, que representam o triplo das mulheres. As tentativas de pôr fim à vida representam dez a vinte vezes mais que o número de suicídios, de acordo com o Executivo.
O Plano Nacional de Prevenção do Suicídio, apresentado esta quarta-feira, baseia-se no modelo australiano "Living Is For Everyone" (LIFE), e inclui 33 ações prioritárias.
O objetivo do plano, que se prolonga até 2019, é educar crianças e jovens para o problema, reforçando a pesquisa na área da saúde mental e a análise dos factores de risco.
Fonte: http://www.wort.lu/pt/luxemburgo/luxemburgo-governo-apresenta-plano-nacional-para-prevenir-o-suic-dio-55b8e94e0c88b46a8ce5d795

terça-feira, 12 de junho de 2012

Mais um artigo sobre prevenção do suicídio publicado no ULAPSI 2012


Mais um artigo científico publicado no âmbito do IV Congresso Latinoamericano de Psicologia ULAPSI 2012, nos dias 26, 27 e 28 de abril, em Montevidéu 

Avaliação de risco e o Plano Nacional de Prevenção do Suicídio: uma experiência na região sul-fluminense do estado do Rio de Janeiro

Profª. Drª. Andréa Soutto Mayor, João Pedro de Oliveira Goulart Carvalho (Universidade Severino Sombra - Vassouras-RJ)

Resumo. O suicídio caracteriza-se como situação emergente, freqüente e ainda pouco discutida nos programas de atenção básica em saúde no Brasil. Em 2006 foram lançadas as Diretrizes Brasileiras para um Plano Nacional de Prevenção do Suicídio, destacando a importância de estratégias de promoção de qualidade de vida, informação, comunicação e sensibilização da sociedade frente a temática, organização de linha de cuidados integrais e de  redes de atenção e intervenções nos casos de tentativa de suicídio. Apesar deste movimento político-institucional, percebe-se, ainda, uma falta de preparo da comunidade clínica e psicológica presente nos centros de saúde em geral, situação identificada a partir de experiência no Programa VER-SUS (Vivências e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde), especialmente ao constatarmos o desconhecimento sobre a proposta de Avaliação de Risco, instrumento fundamental para a promoção da saúde psíquica do individuo, sobretudo como forma de identificar a ideação suicida no discurso do paciente.

Palavras-Chave: Avaliação de Risco, Suicídio, Saúde

Acesso ao artigo completo aqui.