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sábado, 5 de março de 2016

Policiais em risco de suicídio: Portugal e Brasil

EM PORTUGAL, a ação!

Avança projeto de prevenção do suicídio na polícia, após 12 mortes em 2015
PT Jornal

http://ptjornal.com/avanca-projeto-prevencao-do-suicidio-na-policia-apos-12-mortes-2015-70799

Nesta sexta-feira, foi assinado o Plano de Prevenção do Suicídio nas Forças de Segurança 2016/2020, entre os ministérios da tutela, que tem como objetivo prevenir o suicídio nas forças de segurança, que vitimou 12 agentes, em 2015 (sete da PSP e cinco da GNR).

"Via rápida" para ajudar polícias em risco de suicídio
Jornal de Notícias

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Justica/Interior.aspx?content_id=5060447
Os ministérios da Administração Interna e da Saúde assinam, esta sexta-feira, um protocolo para criar um sistema de referenciação e de encaminhamento, para o Serviço Nacional de Saúde, dos elementos da PSP e da GNR em risco de suicídio.

NO BRASIL...

Pesquisas mostram avanço de suicídio entre policiais brasileiros
Fernanda da Escóssia

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/07/150730_suicicio_policiais_fe_ab
Pesquisas acadêmicas apresentadas no 9º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, no Rio, jogaram luz sobre um tema ignorado nas estatísticas oficiais de violência: o suicídio de policiais militares, civis e federais brasileiros.



quarta-feira, 29 de abril de 2015

O alerta em Portugal já ocorreu. E no Brasil, como andam nossos militares?!

Mais 15% dos GNR pensaram em suicídio. Associação exige medidas urgentes

"Não existe qualquer sensibilização para a questão da prevenção do suicídio" e esta é "uma população de risco", adverte a APG/GNR

Mais de 15% dos militares da GNR admitem ter pensado em suicidar-se por causa da profissão, indica um estudo. A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) exige medidas urgentes de prevenção.

De acordo com um estudo realizado por duas médicas psiquiátricas do Centro Hospitalar de Leiria, avançado na edição desta segunda-feira do jornal i, 6,7% dos guardas confessaram já ter tentado pôr termo à vida e 35% procuraram ajuda psicológica.

Um total de 13% já tiveram diagnóstico de patologia psiquiátrica e a maioria conhece pelo menos um colega que já tentou o suicídio.

Mais de 81% dos militares da GNR afirmam ter sentido "desalento e desânimo" devido ao excesso de trabalho e à relação com as chefias.

Para o estudo, intitulado "Prevenção do Suicídio", responderam 1.100 militares da GNR, sob anonimato, entre 3 de Fevereiro e 15 de Março.

Prevenir antes que o pior aconteça

A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) defende a criação, com urgência, de um plano de prevenção do suicídio na GNR que seja eficaz e contemple formação e consciencialização das chefias.

"A APG/GNR sublinha a importância de uma maior sensibilização para a problemática do suicídio e para as situações de risco, devendo, com urgência, ser implementado um plano de prevenção eficaz, que nunca o poderá ser verdadeiramente se não existir formação e consciencialização das chefias para esta questão", refere a associação mais representativa da GNR, em comunicado.

A Associação dos Profissionais da Guarda refere que colaborou no estudo, uma vez que, na corporação, "não existe qualquer sensibilização para a questão da prevenção do suicídio" e esta é "uma população de risco".

"Os números não poderiam ser mais esclarecedores e ilustram a inevitável realidade de numa instituição que tem descurado este problema e não tem agido de forma eficaz, ao contrário do que sucede nos outros países da Europa, em que há a preocupação de prevenir, estudar, mapear casos de risco e tentar intervir atempadamente, antes que o pior aconteça", adianta a APG.

Segundo esta associação, o facto de a GNR "ser extraordinariamente fechada, hierarquizada e militarista", faz com que muitos tentem "escamotear o que sentem com receio de falharem profissionalmente, com as consequentes represálias disciplinares e de algum tipo de segregação".

A APG considera também que estes resultados merecem "uma intervenção urgente", tendo em conta que 69% dos militares afirma sentir que "o trabalho os afecta psicologicamente, apontando a carga horária e a relação com as chefias como principais motivos".

A Associação dos Profissionais da Guarda refere ainda que o Ministério da Administração Interna deve agir com celeridade, recordando que a esmagadora maioria dos suicídios ocorreu no local de trabalho, com a arma de serviço.

Nos últimos 14 anos, 60 militares da Guarda Nacional Republicana puseram termo à vida.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Escolha a vida! Mais que um slogan, um efetivo plano de prevenção do suicídio na Escócia


No site chooselife.net encontramos todas as informações sobre prevenção do suicídio na Escócia.

As informações básicas da página inicial são estas:

Todos os dias, duas pessoas se suicidam na Escócia

Em 2002, o Governo Escocês lançou o programa “Escolha a Vida”, um plano de estratégia e ação para os dez anos seguintes para a prevenção do suicídio na Escócia.

O programa “Escolha a Vida” propõe uma estrutura para garantir que ações sejam tomadas nos âmbitos nacional e local para desenvolver habilidades, realizar treinamentos, encorajar as pessoas a procurarem por ajuda mais cedo, melhorar o conhecimento e a consciência sobre “o que funciona” na prevenção do suicídio e encorajar o trabalho de parceria e coordenação aperfeiçoada entre os serviços.

Nosso website objetiva ser um portal central de informações sobre a prevenção do suicídio na Escócia – ajude-nos a manter outras pessoas informadas sobre nossos progressos e diga-nos se ele lhe foi útil.

Dougie Paterson, Administrador do Programa
 
Não esconda. Fale sobre isso.


O programa “Escolha a Vida” marcou o início da Semana de Prevenção ao Suicídio 2008 com o lançamento da campanha nacional “Não esconda. Fale sobre isso.” A campanha de comunicações integradas tornou-se parte vital da implantação da estratégia entre a população ao se conscientizar sobre o suicídio e sobre como ele pode ser prevenido. Foram usados pôsteres e propagandas na imprensa e rádio, bem como anúncios online para direcionar as pessoas ao novo website público www.suicide-prevention.co.uk. Diversas atividades locais também foram realizadas, amplificando as mensagens principais da campanha nacional que refletiu o tema do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio em 2008, para “pensar globalmente, planejar nacionalmente, agir localmente".

Para acessar o documento completo sobre o programa Escolha a vida, clique aqui.

Tradução: Lucas Yassumura (a quem somos grato!)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Da necessidade de permanentes planos nacionais de prevenção ao suicídio

Os planos de prevenção do suicídio tornaram-se uma premente necessidade em muitos países. A crise econômica deflagrada há poucos meses, elevou o índice de morte por esta via e acentuou ainda mais a urgência de se estabelecer estes planos.

As autoridades vinculadas à saúde mental do Panamá já está atenta ao aumento dos índices de mortes por suicídio. Em outros países, que não dispõem de um sistema de registro e acompanhamento de tais ocorrências, somente se atentará para este fato quando o suicídio tornar-se evidente por conta da sua presença quase epidêmica!

Que as nossas autoridades consigam finalizar o nosso plano nacional em tempo de se iniciar, efetivamente, novas ações preventivas, certamente urgentes também em nosso país.

Autoridades atentas a índice de suicidios en Panamá

Panamá, 8 feb (PL) La sociedad panameña contabilizó en el período de 2003 al 2008 507 casos de suicidios en el país para un promedio anual de 84,5 casos, en una tendencia que genera inquietud entre las autoridades.

Las pesquisas revelaron que entre los principales motivos que llevaron a las personas a esa actuación se incluyen los problemas familiares, económicos, enfermedad y de carácter pasional.

Los datos del Sistema Integrado de Estadísticas Criminales de la Dirección de Investigación Judicial (DIJ) muestran además que en 224 hechos se desconocen los motivos que los provocaron.

En los primeros seis meses de 2008 en el país se reportó una tasa de 7,5 suicidios por cada 100 mil personas, superior al índice de 5,6 correspondiente al 2007.

Según el diario Panamá América, el director general del Instituto de Salud Mental, Jaime Armijo, señaló que el grupo más vulnerable a hechos de ese tipo es el de los jóvenes en edades comprendidas entre los 15 y 30 años.

Frente a ese escenario, las autoridades de salud trabajan en un plan dirigido a prevenir y controlar esa conducta, como alternativa para frenar la cifra de suicidios.

http://www.prensalatina.com.mx/Article.asp?ID={0D9A58D8-B2B0-454A-A56E-C4C6EC011958}&language=ES