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domingo, 12 de abril de 2009

Prevenção do suicídio na escola

Em Yucatán, jovens e até crianças tem se suicidado. As graves contradições sociais e as desigualdades econômicas tem um papel relevante nestas ocorrências. 

O suicídio é um problema social que se gera na comunidade e nela mesma pode ser prevenido. Não é assunto privativo de psicólogos ou psiquiatras, e também não se trata, necessariamente, de pessoas “doentes”. Em todo o caso, se quisermos abordá-lo como doença, trata-se de uma manifestação própria de sociedades doentes e em estado de desagregação, centradas no ter, acima do ser. Dentro deste quadro de complexidade, a escola se destaca como uma possível alternativa preventiva.

As taxas de suicídio tem aumentado entre os jovens, convertendo-os em um grupo de risco. O suicídio, mundialmente, é uma das cinco causas de mortalidade na faixa etária entre 15 a 19 anos e em muitos países tendo sido a primeira ou segunda causa de morte, tanto entre os homens quanto entre as mulheres desta faixa etária. 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, pelo menos cem mil adolescentes cometem suicídio a cada ano. Apresentamos, abaixo, alguns dos fatores de risco desta população jovem, incluindo-se aí também as crianças. 

Fatores de risco suicida em crianças e adolescentes:

* Pais às voltas com desequilíbrios emocionais
* Abuso do álcool e drogas na família
* Família violenta ou abusiva (incluindo abusos físicos e sexuais)
* Brigas frequentes entre os pais
* Rigidez familiar
* Ausência de comunicação no seio familiar
* Pouca atenção por parte dos pais ou professores
* Pais ou professores autoritários
* Ambiente escolar tenso ou agressivo
* Abuso verbal, físico ou sexual por parte dos professores
* Expectativas escolares demasiado elevadas por parte de pais e professores
* Ameaças de suicídio ou tentativas prévias
* Uso de álcool, drogas e depressão
* Antecedentes de depressão ou suicídio na família
* Suicídio de algum colega de escola

Os estudantes suicidas emitem avisos muito claros e costumam se abrir à possibilidade de serem auxiliados. Os professores podem ser orientados para reconhecerem em tempo os alertas de seus alunos, indo sua função além da de ensinar. Quando os professores encaram seus alunos como pessoas, em todas suas faces, podem mais facilmente evitar um suicídio.

Para maiores informações sobre prevenção do suicídio ligue para o “Salvemos uma Vida”: 9 45 37 77 ((Yucatán, México) ou visite seu site na internet (http://salvemosunavida1.tripod.com)

Fonte: www.poresto.net/ciudad/27414-prevencion-del-suicidio-en-la-escuela 

Tradução: Abel Sidney 
Com o auxílio do programa de código aberto (open-source) Apertium, de tradução automática (http://www.apertium.org/).

domingo, 29 de março de 2009

O vínculo entre problemas financeiros e suicídio nas crises econômicas

A imprensa, em muitos países, tem aberto espaço à discussão sobre o suicídio e formas de preveni-lo, chamando a atenção, ao mesmo tempo, para os contextos mais suscetíveis de ocorrência do mesmo.

Inegavelmente há um vínculo entre os problemas financeiros (a disponibilidade mais ou menos imediata de recursos pelas pessoas), a crise econômica (problemas estruturais, de médio e longo curso) e o suicídio. 

O estardalhaço que as más notícias em torno da crise econômica causam, há de ter seus efeitos danosos, incitando os mais frágeis à "solução final", certamente. Porém, o que há de causar mais impacto - silencioso e trágico - é o bombardeio constante de notícias que divulgam a crise em suas multifaces, sem muitas vezes apresentar alternativas ou saídas.

O artigo abaixo aprofunda algumas questões em torno do tema. Convidamos, pois, os leitores a lê-lo, a despeito da dificuldade de ler em língua estrangeira.

Los problemas financieros se relacionan con el suicidio
Daniel Estrada Ortiz (webjornal El Siglo de Durango)
16 de mar de 2009.

EXISTEN PERSONAS QUE SE VALÚAN DE ACUERDO CON SUS PROPIEDADES Y CUANDO NO TIENEN NADA SU VIDA PIERDE SENTIDO.

Hay personas que se valúan de acuerdo con sus propiedades, se esmeran en la generación de recursos y bienes; pero cuando los negocios se vienen abajo, sienten que ya no hay razón de vivir y es cuando se presenta el pensamiento suicida.

"Las personas deben valorarse más a sí mismas que a sus posesiones o actividades económicas" (foto).

En algunos países ya ha ocurrido que los empresarios que tenían deudas grandes y que invirtieron todo para mejorar su negocio, ello les representó deshacerse de sus pertenencias con la ilusión de poder repuntar en los negocios, pero al ocurrir lo contrario han preferido terminar con sus vidas.

Pérdida de respeto

María Antonieta Pulido, directora del Instituto de Tanatología y Prevención del Suicidio, comentó que existe una falta de valores y pérdida de respeto a la vida en la actualidad que propician que la muerte se convierta en una alternativa de salida a los problemas.

Mencionó que en ocasiones el ser humano se valora de acuerdo con las propiedades que tiene, se esmera en la generación de recursos y bienes, por lo que cuando sufre pérdidas, de pronto siente que ya no tiene nada por qué vivir.

Vida en pobreza

Por otra parte, los problemas económicos generan un cambio drástico de vida; en ocasiones la población más desprotegida ve muy reducidos sus gastos a tal grado de no tener dinero ni para alimentarse, “hace poco me tocó platicar con dos jóvenes que decían que tenían tres días sin probar alimento, uno de ellos incluso profesionista”, platicó la entrevistada.

En este sentido, hay personas que le pierden apego a la vida, pues creen que nunca podrán salir de la desgracia y a ellos hay que darles atención y tratamiento antes de que su pensamiento suicida sea más serio.

Situación severa

En la última década se ha incrementado el suicidio en un 400 por ciento en el país y se prevé un mayor incremento, razón por la cual las autoridades deben tomar más en serio este problema social y promover un centro de ayuda y prevención, abundó.

Caixa de texto: 
Amor que mata

A estas alturas de la vida, entre 50 y 60 por ciento de los suicidios están relacionados con problemas de amor, reveló María Antonieta Pulido, directora del Instituto de Tanatología y Prevención del Suicidio. Dijo que, sim embargo, los rompimientos amorosos están rodeados de muchos “ingredientes”, como las adicciones, infidelidad, violencia intrafamiliar y depresión entre muchas más, pero el divorcio es el detonante para que se presente el suicidio. Para evitar riesgos, es importante concientizar a la población sobre valores de riesgo, cómo se manifiestan las personas que están pensando en quitarse la vida, saber qué señales dan y no ignorarlas. Por eso, es una de las muertes más culposas y vergonzosas, pues a los familiares les cuesta trabajo mencionar la forma en la que perdió la vida su ser querido.

Fonte: www.elsiglodedurango.com.mx/descargas/pdf/2009/03/16/16dgo05b.pdf?d

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Un Morelos con amor a la Vida

De José María Morelos, pequena cidade do estado de Quintana Roo (onde se localiza o balneário de Cáncun), no sudeste do México, nos vem a boa notícia, novamente referindo-se ao trabalho do DIF (Sistema de Desenvolvimento Integral da Família, programa do governo mexicano em nível nacional, estadual e municipal), aqui já apontado e do Conselho Municipal de Prevenção do Suicídio. 

Em suma, no dia 11 de fevereiro, foi a realizada a primeira oficina de prevenção do suicídio em José María Morelos, sob a responsabilidade conjunta do DIF e do Conselho de Prevenção do Suicídio. 

Como se pode deduzir facilmente, no México institiu-se a prevenção do suicídio como política pública, tendo saído do papel e chegado aos municípios mais distantes e aos seus cidadãos.

Um exemplo digno de cópia.

Na íntegra:

Feb 12 2009

El DIF municipal inauguró ayer el primer taller de prevención del suicidio denominado: “Un Morelos con amor a la Vida”

Inauguran primer taller de prevención del suicidio “Un Morelos con Amor a la Vida“

Por Lusio Kauil

JOSE MARIA MORELOS, 11 de febrero.- La presidenta del Sistema Municipal para el Desarrollo Integral de la Familia (DIF), Rosaura Ventura de Ventura, inauguró ayer el primer taller de prevención del suicidio, denominado: “Un Morelos con amor a la Vida”.

El taller tiene como objetivo analizar las concepciones en torno al suicidio, aprender a detectar las situaciones de riesgo, y promover acciones para la prevención oportuna de esa patología. El Comité de Prevención del Suicidio en el municipio, tiene el reto y la responsabilidad de salvar vidas, aprendiendo a distinguir los perfiles clínicos que están relacionados con este problema social, manifestó Ventura de Ventura, durante la inauguración del taller.La licenciada Ana Ruth Caamal Romero fue la encargada de impartir el curso-taller a los miembros del Comité de Prevención del Suicidio.

http://www.poresto.net/quintana-roo/j-m-morelos/20376-el-dif-municipal-inauguro-ayer-el-primer-taller-de-prevencion-del-suicidio-denominado-un-morelos-con-amor-a-la-vida-