Blog destinado à coleta e disseminação de informações sobre prevenção do suicídio e valorização da vida
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
Portal Uai publica duas excelentes matérias sobre prevenção do suicídio. Nota 10!!
NOTA 10!! Matérias jornalísticas excelentes sobre prevenção do suicídio
Suicídio é mencionado 16 milhões de vezes ao dia por brasileiros e brasileiras nas redes sociais
O suicídio responde por cerca da metade das mortes violentas no mundo. Se o tema não for debatido com franqueza, continuará ceifando, sobretudo, jovens e adolescentes
por Gláucia Chaves 13/12/2016
Fonte: http://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2016/12/13/noticias-saude,198026/suicidio-e-mencionado-16-milhoes-de-vezes-ao-dia-por-brasileiros-e-bra.shtml
Adolescentes e crianças estão se suicidando mais e é preciso ajudá-los
De 2002 a 2012, o número de suicídios entre crianças e adolescentes de 10 a 14 anos aumentou 40%. Na faixa etária de 15 a 19 anos, a incidência também cresceu em 33%. No Dia Mundial de Combate ao Suicídio, comemorado neste sábado, é preciso romper o tabu, o preconceito e falar de prevenção
por Valéria Mendes 10/09/2016
Fonte: http://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2016/09/10/noticias-saude,189698/adolescentes-e-criancas-estao-se-suicidando-mais-e-e-preciso-ajuda-los.shtml
Parabéns aos jornalista e ao Portal Uai!!
Bendito choro!
No blog da revista Veja foi postada a interessante matéria, que merece ser lida por muitos motivos!
Homens não choram? Se “não”, isso poderia levar ao suicídio
Essa é a mensagem de uma campanha australiana (sucesso na internet) que incentiva eles a expressar os próprios sentimentos
Talissa Monteiro (13 dez 2016)
A organização australiana Man Up decidiu debater o suicídio masculino, principal causa de morte entre homens de 15 a 44 anos no país, por meio de vídeos que tentaram encontrar as razões por trás de tal atitude drástica. O terceiro episódio da série, que incentivou os homens a expressarem os seus sentimentos (chorando, por exemplo), viralizou e levantou, na internet, a discussão sobre a saúde mental masculina.
No mundo, o número de homens que tiram a própria vida é o triplo das mulheres: 16.8 mortes a cada 100 mil pessoas no primeiro grupo, diante 5,2 no segundo. No Brasil, segundo o Centro de Valorização da Vida (CVV), a porcentagem é de 78,6% para 21,9%. Para a psicóloga especialista em prevenção do suicídio Karen Scavacini, uma das razões para a diferença é a cobrança social pela masculinidade.
Os métodos usados por homens também são mais letais: “No Brasil, o enforcamento é a principal forma de suicídio, para ambos os sexos. Mas, enquanto as mulheres costumam ter a ingestão de medicamentos como segundo método mais utilizado, os homens recorrem às armas de fogo. Eles costumam optar por caminhos mais definitivos”, afirmou a psicóloga, em entrevista a este blog.
Problemas como dificuldade financeira e estresse no trabalho são causas que levam os homens ao ato. Segundo Karen, no entanto, a origem está na pressão que eles sentem para estarem sempre no papel de provedor, somado à dificuldade de expressar os próprios sentimentos (tema do vídeo da organização australiana). “É preciso rever o papel social do homem e incentivar que ele fale o que sente”, refletiu Karen.
Veja o vídeo aqui.
Amigos e familiares podem ajudar na prevenção quando reconhecerem os sinais de depressão. Alguns deles são a fadiga exagerada, dores no estômago e na coluna, falta de concentração, abuso de álcool e drogas, disfunção sexual, além de irritação e agressividade. “Se o homem não procura ajuda, as pessoas próximas podem tomar a iniciativa. Muitas vezes, o indivíduo tem dificuldade em dar o primeiro passo”, concluiu a psicóloga.
Os países mais felizes têm as taxas mais altas
Um paradoxo acompanha os países com as melhores taxas econômicas e sociais: eles são mais felizes, mas também têm as mais altas taxas de suicídio. Na região nórdica, que aparece na frente em termos de desenvolvimento humano, o problema desponta como a segunda causa de morte entre os jovens. Assim como na Austrália, os homens são a maioria. A cada vinte que comentem suicídio, onze são do sexo masculino.
Um estudo de universidades inglesas e americanas mostrou que os estados considerados “mais felizes” nos EUA também estão na frente em termos de suicídio. Utah, por exemplo, tem o maior nível de satisfação, mas está na nona posição no ranking de suicídio. Nova York, que aparece na 45º posição em felicidade, aparece em último lugar no segundo quesito. A pesquisa não chegou a nenhuma conclusão definitiva, mas arrisca: a comparação com outros conterrâneos, que dizem estar muito felizes, poderia levar alguns a tirar suas vidas.
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/virou-viral/homens-nao-choram-se-nao-isso-poderia-levar-ao-suicidio/
Homens não choram? Se “não”, isso poderia levar ao suicídio
Essa é a mensagem de uma campanha australiana (sucesso na internet) que incentiva eles a expressar os próprios sentimentos
Talissa Monteiro (13 dez 2016)
A organização australiana Man Up decidiu debater o suicídio masculino, principal causa de morte entre homens de 15 a 44 anos no país, por meio de vídeos que tentaram encontrar as razões por trás de tal atitude drástica. O terceiro episódio da série, que incentivou os homens a expressarem os seus sentimentos (chorando, por exemplo), viralizou e levantou, na internet, a discussão sobre a saúde mental masculina.
No mundo, o número de homens que tiram a própria vida é o triplo das mulheres: 16.8 mortes a cada 100 mil pessoas no primeiro grupo, diante 5,2 no segundo. No Brasil, segundo o Centro de Valorização da Vida (CVV), a porcentagem é de 78,6% para 21,9%. Para a psicóloga especialista em prevenção do suicídio Karen Scavacini, uma das razões para a diferença é a cobrança social pela masculinidade.
Os métodos usados por homens também são mais letais: “No Brasil, o enforcamento é a principal forma de suicídio, para ambos os sexos. Mas, enquanto as mulheres costumam ter a ingestão de medicamentos como segundo método mais utilizado, os homens recorrem às armas de fogo. Eles costumam optar por caminhos mais definitivos”, afirmou a psicóloga, em entrevista a este blog.
Problemas como dificuldade financeira e estresse no trabalho são causas que levam os homens ao ato. Segundo Karen, no entanto, a origem está na pressão que eles sentem para estarem sempre no papel de provedor, somado à dificuldade de expressar os próprios sentimentos (tema do vídeo da organização australiana). “É preciso rever o papel social do homem e incentivar que ele fale o que sente”, refletiu Karen.
Veja o vídeo aqui.
Amigos e familiares podem ajudar na prevenção quando reconhecerem os sinais de depressão. Alguns deles são a fadiga exagerada, dores no estômago e na coluna, falta de concentração, abuso de álcool e drogas, disfunção sexual, além de irritação e agressividade. “Se o homem não procura ajuda, as pessoas próximas podem tomar a iniciativa. Muitas vezes, o indivíduo tem dificuldade em dar o primeiro passo”, concluiu a psicóloga.
Os países mais felizes têm as taxas mais altas
Um paradoxo acompanha os países com as melhores taxas econômicas e sociais: eles são mais felizes, mas também têm as mais altas taxas de suicídio. Na região nórdica, que aparece na frente em termos de desenvolvimento humano, o problema desponta como a segunda causa de morte entre os jovens. Assim como na Austrália, os homens são a maioria. A cada vinte que comentem suicídio, onze são do sexo masculino.
Um estudo de universidades inglesas e americanas mostrou que os estados considerados “mais felizes” nos EUA também estão na frente em termos de suicídio. Utah, por exemplo, tem o maior nível de satisfação, mas está na nona posição no ranking de suicídio. Nova York, que aparece na 45º posição em felicidade, aparece em último lugar no segundo quesito. A pesquisa não chegou a nenhuma conclusão definitiva, mas arrisca: a comparação com outros conterrâneos, que dizem estar muito felizes, poderia levar alguns a tirar suas vidas.
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/virou-viral/homens-nao-choram-se-nao-isso-poderia-levar-ao-suicidio/
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sábado, 3 de dezembro de 2016
Ação eficiente da PM e Bombeiros salva vida de um jovem!
PM resgata jovem que tentou se jogar de prédio em Várzea Grande [MT]; casos aumentam
Um jovem identificado como C. E. F., 18, tentou se suicidar na madrugada desta sexta-feira (2.12), no bairro Nova Esperança, em Várzea Grande, mas foi salvo por policiais militares e o Corpo de Bombeiro. Segundo policiais do 4° Batalhão da Polícia Militar, por volta das 3h da manhã, ele ameaçava se jogar do terceiro andar de um prédio abandonado.
O local , segundo informa o VGNews, foi isolado e os policiais do Batalhão de Operações Especiais do Bope e do 4º BPM iniciaram um diálogo com o rapaz.
Em determinado momento, o major Evane, do Bope, convenceu o jovem a aceitar água e uma jaqueta. Na entrega, a equipe do Corpo de Bombeiro conteve a vítima, que foi encaminhada ao Pronto Socorro de Várzea Grande.
Outros casos em 2016
Nesta última segunda-feira (28/11), uma jovem de 25 anos foi salva da morte por equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar (PM). Ela tentava se atirar do alto da ponte Sérgio Motta.
Segundo os militares, a jovem apresentava sinais claros de transtorno e ameaçava de lá se jogar. A mãe da mulher chegou ao local e a encontrou alterada.
Setembro Amarelo
"Às vezes tem um suicida na sua frente e você não vê". Foi o que escreveu num pedaço de papel o motoboy que se atirou dias atrás do 17º andar do Fórum Trabalhista de São Paulo.
Ele levou junto o filho de 4 anos, para perplexidade da família e dos amigos. O trágico bilhete resume uma questão incômoda. Quem experimenta um sofrimento profundo, daqueles difíceis de suportar, não sabe por vezes como lidar com tanta dor. Em boa parte dos casos se recolhe, omite a opressão que vai no peito e inicia uma jornada solitária que parece sem volta. Essa situação é mais frequente do que se imagina. E por falta de informação, muitos não conseguem imaginar que haja uma saída.
A Organização Mundial da Saúde afirma que em pelo menos 90% dos casos o suicídio é prevenível, porque está associado a psicopatologias diagnosticáveis e tratáveis, principalmente a depressão. A tristeza faz parte da vida, e nos ajuda crescer emocional e espiritualmente. A tristeza persistente inspira cuidado e atenção.
Pessoas deprimidas tendem a se isolar, não interagem socialmente, parecem desmotivadas, anestesiadas, sem iniciativa. Por vezes chegam a verbalizar o quanto a vida lhes parece um fardo. Quem passa por essa experiência difícil - e principalmente parentes, amigos e pessoas próximas - devem prestar atenção aos sinais e, se for o caso, procurar ajuda. Setembro Amarelo discutiu essa prática que está causando ângustia na sociedade mundial.
A prevenção do suicídio não é apenas assunto de profissionais de saúde ou ONGs humanitárias. Todos estamos sendo chamados a fazer algo pelos que estão em situação de risco e, por vezes, nem sabem disso.
Se a vida é o bem mais precioso que existe, protegê-la é o que empresta sentido à palavra "Humanidade". Aproximadamente 32 pessoas se matam todos os dias no Brasil.
Em todo mundo esse número chega a 2.200. Onde a mobilização em favor da vida cria redes de cuidado e atenção, esses números caem drasticamente.
Valorize-se
Há opções de assistência gratuita nos Caps (Centros de Atenção Psicossocial) e nos serviços oferecidos por universidades ou entidades classistas ligadas a psiquiatras e psicólogos.
Mesmo quando se trata de um outro problema qualquer (angústia, ansiedade, solidão, etc) os próprios profissionais de saúde costumam recomendar (com o aval do Ministério da Saúde) que se recorra ao CVV, o Centro de Valorização da Vida, organização voluntária sem ligações políticas ou religiosas, que desde 1962 realiza de forma gratuita, um serviço de apoio emocional e prevenção do suicídio por telefone (141) ou por um chat (CVV.com.br).
Os voluntários do CVV não são terapeutas, mas oferecem algo precioso num mundo onde é anda vez mais difícil encontrar alguém que se disponha a ouvir um desabafo sem julgamentos, sem receitas prontas sobre como se sentir melhor, e guardando-se absoluto sigilo em relação ao que é conversado.
São aproximadamente 800 mil ligações por ano sem grandes apoios ou divulgação nas mídias, o que confirma a importância desse serviço.
Fonte: www.24horasnews.com.br/noticias/ver/pm-resgata-jovem-que-tentou-se-jogar-de-predio-em-vg-casos-aumentam.html
Um jovem identificado como C. E. F., 18, tentou se suicidar na madrugada desta sexta-feira (2.12), no bairro Nova Esperança, em Várzea Grande, mas foi salvo por policiais militares e o Corpo de Bombeiro. Segundo policiais do 4° Batalhão da Polícia Militar, por volta das 3h da manhã, ele ameaçava se jogar do terceiro andar de um prédio abandonado.
O local , segundo informa o VGNews, foi isolado e os policiais do Batalhão de Operações Especiais do Bope e do 4º BPM iniciaram um diálogo com o rapaz.
Em determinado momento, o major Evane, do Bope, convenceu o jovem a aceitar água e uma jaqueta. Na entrega, a equipe do Corpo de Bombeiro conteve a vítima, que foi encaminhada ao Pronto Socorro de Várzea Grande.
Outros casos em 2016
Nesta última segunda-feira (28/11), uma jovem de 25 anos foi salva da morte por equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar (PM). Ela tentava se atirar do alto da ponte Sérgio Motta.
Segundo os militares, a jovem apresentava sinais claros de transtorno e ameaçava de lá se jogar. A mãe da mulher chegou ao local e a encontrou alterada.
Setembro Amarelo
"Às vezes tem um suicida na sua frente e você não vê". Foi o que escreveu num pedaço de papel o motoboy que se atirou dias atrás do 17º andar do Fórum Trabalhista de São Paulo.
Ele levou junto o filho de 4 anos, para perplexidade da família e dos amigos. O trágico bilhete resume uma questão incômoda. Quem experimenta um sofrimento profundo, daqueles difíceis de suportar, não sabe por vezes como lidar com tanta dor. Em boa parte dos casos se recolhe, omite a opressão que vai no peito e inicia uma jornada solitária que parece sem volta. Essa situação é mais frequente do que se imagina. E por falta de informação, muitos não conseguem imaginar que haja uma saída.
A Organização Mundial da Saúde afirma que em pelo menos 90% dos casos o suicídio é prevenível, porque está associado a psicopatologias diagnosticáveis e tratáveis, principalmente a depressão. A tristeza faz parte da vida, e nos ajuda crescer emocional e espiritualmente. A tristeza persistente inspira cuidado e atenção.
Pessoas deprimidas tendem a se isolar, não interagem socialmente, parecem desmotivadas, anestesiadas, sem iniciativa. Por vezes chegam a verbalizar o quanto a vida lhes parece um fardo. Quem passa por essa experiência difícil - e principalmente parentes, amigos e pessoas próximas - devem prestar atenção aos sinais e, se for o caso, procurar ajuda. Setembro Amarelo discutiu essa prática que está causando ângustia na sociedade mundial.
A prevenção do suicídio não é apenas assunto de profissionais de saúde ou ONGs humanitárias. Todos estamos sendo chamados a fazer algo pelos que estão em situação de risco e, por vezes, nem sabem disso.
Se a vida é o bem mais precioso que existe, protegê-la é o que empresta sentido à palavra "Humanidade". Aproximadamente 32 pessoas se matam todos os dias no Brasil.
Em todo mundo esse número chega a 2.200. Onde a mobilização em favor da vida cria redes de cuidado e atenção, esses números caem drasticamente.
Valorize-se
Há opções de assistência gratuita nos Caps (Centros de Atenção Psicossocial) e nos serviços oferecidos por universidades ou entidades classistas ligadas a psiquiatras e psicólogos.
Mesmo quando se trata de um outro problema qualquer (angústia, ansiedade, solidão, etc) os próprios profissionais de saúde costumam recomendar (com o aval do Ministério da Saúde) que se recorra ao CVV, o Centro de Valorização da Vida, organização voluntária sem ligações políticas ou religiosas, que desde 1962 realiza de forma gratuita, um serviço de apoio emocional e prevenção do suicídio por telefone (141) ou por um chat (CVV.com.br).
Os voluntários do CVV não são terapeutas, mas oferecem algo precioso num mundo onde é anda vez mais difícil encontrar alguém que se disponha a ouvir um desabafo sem julgamentos, sem receitas prontas sobre como se sentir melhor, e guardando-se absoluto sigilo em relação ao que é conversado.
São aproximadamente 800 mil ligações por ano sem grandes apoios ou divulgação nas mídias, o que confirma a importância desse serviço.
Fonte: www.24horasnews.com.br/noticias/ver/pm-resgata-jovem-que-tentou-se-jogar-de-predio-em-vg-casos-aumentam.html
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sábado, 26 de novembro de 2016
Grupo de apoio aos sobreviventes do suicídio
Sofrimento escutado sem julgamento: CVV coordena grupos de apoio para sobreviventes do suicídio
Amanda Mont'Alvão Veloso
27/10/2016
Um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, o suicídio - ou uma tentativa de suicídio - demanda bastante delicadeza e seriedade, especialmente ao nos referirmos às pessoas que tentaram e aos familiares e amigos.
A cada 40 segundos, uma pessoa se suicida no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, 32 pessoas se matam a cada dia.
O comportamento suicida é cheio de ambivalência, lembra a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), pois é um ato cheio de ambivalência, situado entre o querer morrer e o querer viver de maneira diferente.
A decisão costuma ser tomada em um contexto de grande sofrimento e desespero, a ponto de não se enxergar a saída. Ao contrário do que é dito pelo senso comum, pensamentos suicidas podem ocorrer a qualquer pessoa e falar sobre o assunto, em vez de julgar ou silenciar a pessoa, é uma maneira de prevenir o suicídio. Se houvesse prevenção, 9 entre 10 pessoas ainda estariam vivas, de acordo com a OMS.
Porém, a ideia de tirar a própria vida é mais comum em pessoas que já tentaram suicídio ou em familiares de vítimas de suicídio.
"A assistência prestada a pessoas que tentaram o suicídio é uma estratégia fundamental na prevenção do suicídio, pois essas constituem um grupo de maior risco para o suicídio. O risco de suicídio em pacientes que já tentaram o suicídio é, pelo menos, uma centena de vezes maior que o risco presente na população geral", afirma a ABP.
Além disso, persiste um mito de que o indivíduo está fora de perigo ao mostrar sinais de melhora ou sobreviver à tentativa de suicídio. "A semana que se segue à alta do hospital é um período durante o qual a pessoa está particularmente fragilizada", lembra a ABP.
Voluntária do Centro de Valorização da Vida (CVV), Ana Rosa Ramos Nunes diz que essas pessoas precisam de atenção especial. Desde 1962 atuando na prevenção do suicídio, a entidade sem fins lucrativos acredita que o sentimento de culpa e o processo de luto cercado por tabus, revolta e discriminação possam influenciar a decisão.
O suicídio de uma pessoa amada dá um novo tom às vidas que ficaram: Diante dos efeitos da tragédia, é preciso sobreviver. Não à toa, as pessoas deixadas para trás são chamadas de sobreviventes, e cada dia seguinte ao suicídio é uma verdadeira superação.
Pessoas que se encontram nas situações acima podem participar das reuniões presenciais organizadas pelos Grupos de Apoio aos Sobreviventes de Suicídio do CVV, conhecidos como CVV GASS.
O funcionamento do CVV GASS é similar aos de grupos para alcoolismo, dependência química e luto.
"A essência do trabalho é que todos os participantes têm histórias afetadas pelo suicídio e, na troca de experiências e apoio mútuo entre esses ‘iguais’, buscam superar as dificuldades de ter um recomeço ou superar o drama vivido", diz a entidade.
A participação é completamente gratuita e única exigência é que a pessoa se enquadre no perfil e esteja disposta a ser ajudada. Segundo a voluntária Nunes, “ninguém vai ser cobrado por isso ou por aquilo, mas acolhido de maneira compreensiva e sem críticas ou julgamentos”.
Atualmente há 13 grupos em funcionamento, tanto em postos de atendimento do CVV quanto em outros locais, pois a ideia é que possa ser implementado por outras organizações, como casas religiosas, universidades, secretarias de saúde, hospitais e ONGs. A ideia é expandir os grupos para outras cidades.
O CVV GASS está presente no Rio Grande do Sul (Porto Alegre e Novo Hamburgo), Paraná (Curitiba), São Paulo (capital e Sorocaba), Rio de Janeiro (capital), Mato Grosso (Cuiabá) e Brasília. Ainda neste ano Belém, Recife e Roraima deverão ganhar grupos.
Há 54 anos, o CVV oferece apoio emocional gratuito e voluntário, com atendimento por telefone (141), email, Skype e chat. A pessoa que liga não precisa se identificar e as conversas são sigilosas.
Confira os endereços, horários e contatos dos grupos disponíveis:
São Paulo (SP)
1º Grupo – CVV GASS ABOLIÇÂO
Reunião nas primeiras quartas-feiras de cada mês
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Rua Abolição, 411, Bairro Bela Vista
2º Grupo – CVV GASS PINHEIROS:
Reunião nos segundos sábados de cada mês
Horário: 14h30 às 16h30
Local: Rua Cristiano Viana, 972, Bairro Pinheiros
3º Grupo – CVV GASS VILA CARRÃO:
Reunião nos quartos sábados de cada mês
Horário: 14h às 16h
Local: Rua Pinhalzinho, 389, Bairro Vila Carrão
Sorocaba (SP)
Reunião nas quartas quintas-feiras de cada mês
Horário: 19h às 21h
Local: Rua Dr. Nogueira Martins, 334, Centro
Rio de Janeiro (RJ)
Reunião nas segundas segundas-feiras de cada mês
Horário: 18h30 às 20h30
Local: CAP2.2 Tijuca, Rua Conde de Bonfim, 764, Térreo, Tijuca
Porto Alegre (RS)
Reunião nas primeiras quintas-feiras de cada mês
Horário: 15h às 17h
Local: Avenida José de Alencar, 414, Sala 205
Novo Hamburgo/RS
1º Grupo
Reunião nas primeiras terças-feiras de cada mês
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Avenida Nicolau Becker, 762, Sala 32
2º Grupo
Reunião nas segundas terças-feiras de cada mês
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Clinica Recomeçar (Grupo fechado para Pacientes)
Curitiba (PR)
1º Grupo
Reunião nas primeiras terças-feiras de cada mês
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Rua Carneiro Lobo, 35, Bairro Água Verde
2º Grupo
Reunião nas terceiras quintas-feiras de cada mês
Horário: 15h às 16h30
Local: Rua Carneiro Lobo, 35, Bairro Água Verde
Cuiabá (MT)
1º Grupo
Reunião quinzenal às terças-feiras
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Rua Comandante Costa, 296, Centro
2º Grupo
Reunião quinzenal às sextas-feiras
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Rua Comandante Costa, 296, Centro
Brasília (DF)
Reunião nas quartas quintas-feiras de cada mês
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Escola Parque 303/304 Norte
Fonte: www.brasilpost.com.br/2016/10/27/cvv-apoio-sobreviventes_n_12670804.html
Amanda Mont'Alvão Veloso
27/10/2016
Um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, o suicídio - ou uma tentativa de suicídio - demanda bastante delicadeza e seriedade, especialmente ao nos referirmos às pessoas que tentaram e aos familiares e amigos.
A cada 40 segundos, uma pessoa se suicida no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, 32 pessoas se matam a cada dia.
O comportamento suicida é cheio de ambivalência, lembra a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), pois é um ato cheio de ambivalência, situado entre o querer morrer e o querer viver de maneira diferente.
A decisão costuma ser tomada em um contexto de grande sofrimento e desespero, a ponto de não se enxergar a saída. Ao contrário do que é dito pelo senso comum, pensamentos suicidas podem ocorrer a qualquer pessoa e falar sobre o assunto, em vez de julgar ou silenciar a pessoa, é uma maneira de prevenir o suicídio. Se houvesse prevenção, 9 entre 10 pessoas ainda estariam vivas, de acordo com a OMS.
Porém, a ideia de tirar a própria vida é mais comum em pessoas que já tentaram suicídio ou em familiares de vítimas de suicídio.
"A assistência prestada a pessoas que tentaram o suicídio é uma estratégia fundamental na prevenção do suicídio, pois essas constituem um grupo de maior risco para o suicídio. O risco de suicídio em pacientes que já tentaram o suicídio é, pelo menos, uma centena de vezes maior que o risco presente na população geral", afirma a ABP.
Além disso, persiste um mito de que o indivíduo está fora de perigo ao mostrar sinais de melhora ou sobreviver à tentativa de suicídio. "A semana que se segue à alta do hospital é um período durante o qual a pessoa está particularmente fragilizada", lembra a ABP.
Voluntária do Centro de Valorização da Vida (CVV), Ana Rosa Ramos Nunes diz que essas pessoas precisam de atenção especial. Desde 1962 atuando na prevenção do suicídio, a entidade sem fins lucrativos acredita que o sentimento de culpa e o processo de luto cercado por tabus, revolta e discriminação possam influenciar a decisão.
O suicídio de uma pessoa amada dá um novo tom às vidas que ficaram: Diante dos efeitos da tragédia, é preciso sobreviver. Não à toa, as pessoas deixadas para trás são chamadas de sobreviventes, e cada dia seguinte ao suicídio é uma verdadeira superação.
Pessoas que se encontram nas situações acima podem participar das reuniões presenciais organizadas pelos Grupos de Apoio aos Sobreviventes de Suicídio do CVV, conhecidos como CVV GASS.
O funcionamento do CVV GASS é similar aos de grupos para alcoolismo, dependência química e luto.
"A essência do trabalho é que todos os participantes têm histórias afetadas pelo suicídio e, na troca de experiências e apoio mútuo entre esses ‘iguais’, buscam superar as dificuldades de ter um recomeço ou superar o drama vivido", diz a entidade.
A participação é completamente gratuita e única exigência é que a pessoa se enquadre no perfil e esteja disposta a ser ajudada. Segundo a voluntária Nunes, “ninguém vai ser cobrado por isso ou por aquilo, mas acolhido de maneira compreensiva e sem críticas ou julgamentos”.
Atualmente há 13 grupos em funcionamento, tanto em postos de atendimento do CVV quanto em outros locais, pois a ideia é que possa ser implementado por outras organizações, como casas religiosas, universidades, secretarias de saúde, hospitais e ONGs. A ideia é expandir os grupos para outras cidades.
O CVV GASS está presente no Rio Grande do Sul (Porto Alegre e Novo Hamburgo), Paraná (Curitiba), São Paulo (capital e Sorocaba), Rio de Janeiro (capital), Mato Grosso (Cuiabá) e Brasília. Ainda neste ano Belém, Recife e Roraima deverão ganhar grupos.
Há 54 anos, o CVV oferece apoio emocional gratuito e voluntário, com atendimento por telefone (141), email, Skype e chat. A pessoa que liga não precisa se identificar e as conversas são sigilosas.
Confira os endereços, horários e contatos dos grupos disponíveis:
São Paulo (SP)
1º Grupo – CVV GASS ABOLIÇÂO
Reunião nas primeiras quartas-feiras de cada mês
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Rua Abolição, 411, Bairro Bela Vista
2º Grupo – CVV GASS PINHEIROS:
Reunião nos segundos sábados de cada mês
Horário: 14h30 às 16h30
Local: Rua Cristiano Viana, 972, Bairro Pinheiros
3º Grupo – CVV GASS VILA CARRÃO:
Reunião nos quartos sábados de cada mês
Horário: 14h às 16h
Local: Rua Pinhalzinho, 389, Bairro Vila Carrão
Sorocaba (SP)
Reunião nas quartas quintas-feiras de cada mês
Horário: 19h às 21h
Local: Rua Dr. Nogueira Martins, 334, Centro
Rio de Janeiro (RJ)
Reunião nas segundas segundas-feiras de cada mês
Horário: 18h30 às 20h30
Local: CAP2.2 Tijuca, Rua Conde de Bonfim, 764, Térreo, Tijuca
Porto Alegre (RS)
Reunião nas primeiras quintas-feiras de cada mês
Horário: 15h às 17h
Local: Avenida José de Alencar, 414, Sala 205
Novo Hamburgo/RS
1º Grupo
Reunião nas primeiras terças-feiras de cada mês
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Avenida Nicolau Becker, 762, Sala 32
2º Grupo
Reunião nas segundas terças-feiras de cada mês
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Clinica Recomeçar (Grupo fechado para Pacientes)
Curitiba (PR)
1º Grupo
Reunião nas primeiras terças-feiras de cada mês
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Rua Carneiro Lobo, 35, Bairro Água Verde
2º Grupo
Reunião nas terceiras quintas-feiras de cada mês
Horário: 15h às 16h30
Local: Rua Carneiro Lobo, 35, Bairro Água Verde
Cuiabá (MT)
1º Grupo
Reunião quinzenal às terças-feiras
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Rua Comandante Costa, 296, Centro
2º Grupo
Reunião quinzenal às sextas-feiras
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Rua Comandante Costa, 296, Centro
Brasília (DF)
Reunião nas quartas quintas-feiras de cada mês
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Escola Parque 303/304 Norte
Fonte: www.brasilpost.com.br/2016/10/27/cvv-apoio-sobreviventes_n_12670804.html
Piauí na prevenção do suicídio: voluntários a serviço da vida
23/11/2016 - Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com
Voluntariado, doação, amor, estar à disposição para servir e até mesmo para salvar vidas. Esta é a missão diária de voluntários do Centro de Valorização da Vida (CVV), grupo que atua há mais de três décadas no Piauí na prevenção do suicídio. Ao todo, 30 pessoas trabalham no Centro. Uma vez na semana, cada voluntário tem o compromisso de dedicar quatro horas a atender ligações de quem está do outro lado da linha em busca de alguém que possa ouvir um desabafo.
"As pessoas não encontram nos amigos e na família, alguém com quem elas possam abrir seu coração sem medo de um julgamento. Por nosso anonimato, pois não precisamos saber quem está do outro lado do telefone se a pessoa não quiser se identificar, as pessoas se sentem mais à vontade. A necessidade de desabafar faz com que elas procurem uma pessoa que não conhecem para conversar ", relatou Eyder Mendes, coordenador de comunicação do CVV no Estado, na terceira reportagem da campanha Natal Cidade Verde.
O CVV foi criado no Brasil há 53 anos e está há 31 no Piauí. Por dia, os voluntários atendem a 10 ligações e não há um perfil fixo de quem busca ajuda como idade, sexo ou classe social, mas muitos sofrem com um problema em comum, a depressão. Em alguns casos, as pessoas pensam em tomar atitudes drásticas para tentar acabar com a tristeza que parece não ter fim.
Os voluntários do CVV estão sempre dispostos a ouvir problemas sem fazer julgamentos.
"Nos dez anos que participo do CVV, observo os mesmos problemas como a questão da solidão, fim de relacionamentos, a homoafetividade. A gente estimula as pessoas dentro da sua própria história de vida a buscar uma saída e quando elas achas esse caminho, nós ajudamos elas a buscarem a saída", reitera Mendes.
Uma das voluntárias relata que resolveu se dedicar ao Centro de Valorização da Vida após um problema dentro da própria família.
"Após um suicídio na minha família, com o tempo fui percebendo que as pessoas precisam tomar conhecimento e buscar ajuda. Depois disso tudo, eu imaginei de que forma poderia contribuir com as pessoas que têm o desejo de conversar", disse.
O CVV funciona em Teresina diariamente de 6h às 22h. Apenas de segunda à quarta-feira, o teleatendimento funciona 24 horas por meio do telefone (86) 3222 0000.
"Fazer o bem, faz bem pra gente e é isso que me mantém aqui. Eu sei que isso é importante para outras pessoas", finaliza outra voluntário.
Assista a reportagem.
Fonte: http://cidadeverde.com/nataldacidade/80429/voluntarios-no-piaui-dedicam-tempo-para-salvar-vidas
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domingo, 23 de outubro de 2016
Instagram também se alia à prevenção do suicídio!!
Agora, se
encontrar uma publicação de um amigo que considere preocupante, será
possível relatar anonimamente essa imagem para o Instagram.
O Instagram seguiu os passos do Facebook e vai lançar uma ferramenta de prevenção do suicídio para os seus 500 milhões de usuários.
As fotografias publicadas no Instagram nem sempre são o retrato real
do que a pessoa que as publicou está sentindo. Agora, se encontrar uma
publicação de um amigo que considere preocupante, será possível relatar
anonimamente essa imagem para o Instagram.
A pessoa que publicou a imagem irá receber a seguinte mensagem: “Alguém viu uma das suas publicações e pensa que você pode estar passando por um momento difícil. Se precisar de apoio, nós gostaríamos de ajudar.”
A pessoa em risco pode acessar uma lista de recursos dentro da aplicação que inclui a conexão a uma linha de ajuda, dicas e apoio. Além destas opções, a pessoa também pode enviar mensagem ou ligar para os amigos.
Em complemento às denúncias por partes dos amigos, a mensagem de apoio também será enviada caso o usuário poste uma hashtag que indique que possa querer se ferir. Instagram já bloqueou também uma lista de termos que dizem respeito à automutilação e à anorexia.
O Instagram afirma que trabalhou com especialista de saúde mental, grupos de apoios e pessoas reais para conseguir criar a sua ferramenta de prevenção de suicídio. As taxas de suicídio nos EUA atingiram o seu maior pico em 30 anos, segundo o Centro Nacional para Estatísticas de Saúde.
A pessoa que publicou a imagem irá receber a seguinte mensagem: “Alguém viu uma das suas publicações e pensa que você pode estar passando por um momento difícil. Se precisar de apoio, nós gostaríamos de ajudar.”
A pessoa em risco pode acessar uma lista de recursos dentro da aplicação que inclui a conexão a uma linha de ajuda, dicas e apoio. Além destas opções, a pessoa também pode enviar mensagem ou ligar para os amigos.
Em complemento às denúncias por partes dos amigos, a mensagem de apoio também será enviada caso o usuário poste uma hashtag que indique que possa querer se ferir. Instagram já bloqueou também uma lista de termos que dizem respeito à automutilação e à anorexia.
O Instagram afirma que trabalhou com especialista de saúde mental, grupos de apoios e pessoas reais para conseguir criar a sua ferramenta de prevenção de suicídio. As taxas de suicídio nos EUA atingiram o seu maior pico em 30 anos, segundo o Centro Nacional para Estatísticas de Saúde.
Fonte: www.bitmag.com.br/2016/10/instagram-anuncia-ferramenta-de-prevencao-de-suicidio/
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
O Setembro Amarelo precisa espraiar-se outubro, novembro, dezembro adentro...
Para não nos esquecermos que a prevenção do suicídio, mesmo com notícias requentadas, rende audiência!
Chamar os cães para tirar as pessoas do abismo
11 de OUTUBRO de 2016 - 10:58
Um projeto de duas alunas da UTAD, coloca os cães como ferramenta na deteção de casos de depressão profunda. A desconfiança inicial dos professores está a desaparecer.
Um projeto inovador para a prevenção do suicídio foi elaborado por Helena Pereira e Susana Carvalho, duas alunas do curso de mestrado de psicologia clínica da Universidade de Trás os Montes e Alto Douro.
Sob orientação de um professor e de um investigador, estas duas alunas começaram a criar o "dog stress device", que é mais que uma coleira.
Uma ideia que nasce de várias conceitos já testados, sobre a mimetização de comportamentos humanos, por parte dos cães.
Neste caso, a coleira ajuda o cão a detetar um odor específico, emitido pelo suicida. O trabalho decorre no Laboratório de Psicologia Experimental Clínica da UTAD.
Fonte: http://www.tsf.pt/sociedade/ciencia-e-tecnologia/interior/chamar-os-caes-para-tirar-as-pessoas-do-abismo-5435414.html
Chamar os cães para tirar as pessoas do abismo11 de OUTUBRO de 2016 - 10:58
Um projeto de duas alunas da UTAD, coloca os cães como ferramenta na deteção de casos de depressão profunda. A desconfiança inicial dos professores está a desaparecer.
Um projeto inovador para a prevenção do suicídio foi elaborado por Helena Pereira e Susana Carvalho, duas alunas do curso de mestrado de psicologia clínica da Universidade de Trás os Montes e Alto Douro.
Sob orientação de um professor e de um investigador, estas duas alunas começaram a criar o "dog stress device", que é mais que uma coleira.
Uma ideia que nasce de várias conceitos já testados, sobre a mimetização de comportamentos humanos, por parte dos cães.
Neste caso, a coleira ajuda o cão a detetar um odor específico, emitido pelo suicida. O trabalho decorre no Laboratório de Psicologia Experimental Clínica da UTAD.
Fonte: http://www.tsf.pt/sociedade/ciencia-e-tecnologia/interior/chamar-os-caes-para-tirar-as-pessoas-do-abismo-5435414.html
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